sábado, 4 de agosto de 2007

Como te pressinto


Eu te pressinto em todas as horas,
Nos momentos de maior emoção,
Quando meu coração rememora,
O afeto transformado em paixão.

Eu te pressinto no instante de ternura,
Nas lembranças de todos os devaneios,
Naquele gesto de incontida doçura,
Em que o espírito se desprende em enleios.

Eu te pressinto na intensa alegria,
Nos profundos recolhimentos d'alma,
E nas crises em que anseio por calma.

Eu te pressinto na variedade de cada dia,
Na explosão do desejo oculto e vigoroso,
E na expressão do sentimento carinhoso.

(Vânia Moreira Diniz)

Um comentário:

Orfeu disse...

Mesmo quando andamos tristes e sem amor, não devemos descrer dele... há que pressenti~lo e pacientemente aprender (isso é que é dificil! mas...) a esperá-lo, conquistá-lo...

amo-te com serena fé em nós dois :)